Pix apresenta instabilidade
Na manhã desta segunda-feira, 14 de outubro, clientes de diferentes instituições financeiras relataram dificuldades para realizar pagamentos e transferências via Pix por causa de instabilidade do sistema.
Às 12h35, o Banco Central divulgou a seguinte nota:
“Houve a ocorrência de problemas técnicos no Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) que afetaram o funcionamento do Pix durante a manhã desta segunda-feira (14/10). As equipes do Banco Central (BC) atuaram rapidamente, e o problema já se encontra resolvido”.
A autarquia não deu detalhes sobre os problemas técnicos que afetaram o sistema.
Para saber se a utilização do Pix já havia sido normalizado, o DMI, portal de informação sobre o sistema financeiro digital e de crédito do Tele.Síntese, entrou em contato com algumas instituições financeiras.
Por e-mail, a assessoria de imprensa do Itaú Unibanco informou que o uso do Pix já está normalizado. Também por e-mail, a assessoria de imprensa do Banco do Brasil comunicou que não percebeu “inconsistências após regularização do Banco Central”. O Nubank também respondeu ao DMI que o serviço já foi regularizado.
Preferido para transações financeiras
Lançado em 2020, o Pix já caiu no gosto do brasileiro para realizar pagamentos e fazer transferências. Só em setembro, o número de transações via Pix ultrapassou 4,9 milhões. Em termos de valores, foram transacionados mais de R$ 1,9 milhões via o sistema de pagamento instantâneo.
Lançado em 2020, o Pix já caiu no gosto do brasileiro para realizar pagamentos e fazer transferências. Só em setembro, o número de transações via Pix ultrapassou 4,9 milhões, de acordo com dados do Banco Central. Em termos de valores, foram transacionados mais de R$ 1,9 milhões via o sistema de pagamento instantâneo.
No mês passado, havia cerca de 760 milhões de chaves Pix cadastradas por pessoas físicas ativas e outras 40 milhões de pessoas jurídicas.
No primeiro semestre do ano, o Pix foi o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros, segundo um levantamento realizado pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) com base em dados do BC e da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs). Ao todo, foram 29 bilhões de transações via Pix no período, enquanto a soma das operações com cartões de crédito, de débito, pré-pago, boleto, TED e cheque totalizaram 24,2 bilhões.