TIM atualiza guidance para 2026 e projeta até R$ 5,5 bilhões em remuneração a acionistas

Operadora estima crescimento de cerca de 5% na receita de serviços, expansão de até 8% no EBITDA e Capex entre R$ 4,4 bilhões e R$ 4,6 bilhões

Foto: Freepik
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A TIM S.A. informou ontem, 24, a atualização das projeções do seu Plano Estratégico 2026, com estimativa de crescimento de aproximadamente 5% na receita de serviços em relação ao ano anterior e de expansão do EBITDA entre 6% e 8%. A companhia também prevê investimentos (Capex) entre R$ 4,4 bilhões e R$ 4,6 bilhões e remuneração total aos acionistas entre R$ 5,3 bilhões e R$ 5,5 bilhões.

De acordo com o fato relevante, o plano prevê “crescimento real acima da inflação das Receitas de Serviços, que combina manutenção da sustentabilidade do móvel, recuperação do crescimento em banda larga e fortalecimento do B2B, com foco em soluções de maior valor agregado”.

A companhia também destacou que “a expansão do EBITDA e da margem é impulsionada pela disciplina nas despesas, digitalização e materialização dos ganhos com Inteligência Artificial”. Segundo o documento, a alocação eficiente de capital contribuirá para o crescimento do fluxo de caixa operacional.

Projeções financeiras para 2026

A TIM detalhou as seguintes estimativas para o exercício de 2026:

  • Crescimento da Receita de Serviços: ~5% (ano contra ano)
  • Crescimento do EBITDA: entre 6% e 8% (ano contra ano)
  • Capex nominal: entre R$ 4,4 bilhões e R$ 4,6 bilhões
  • Crescimento do EBITDA-AL menos Capex: entre 11% e 14% (ano contra ano)
  • Remuneração total anunciada aos acionistas: entre R$ 5,3 bilhões e R$ 5,5 bilhões

A empresa informou ainda que, com a atualização, as projeções anteriormente divulgadas para o período de 2026-2027 deixam de integrar o conjunto de referências utilizadas pela companhia.

Mudanças no Conselho de Administração

Em outro comunicado ao mercado, a TIM informou hoje, 25, que Nicandro Durante apresentou renúncia aos cargos de membro e de Presidente do Conselho de Administração, com efeitos a partir de 31 de março de 2026.

Em razão da renúncia, o Conselho elegeu Adrian Calaza para assumir a Presidência e Camillo Greco para o cargo de membro do Conselho de Administração, ambos com efeitos a partir de 31 de março de 2026.

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Rafael Bucco

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